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sábado, 16 de junho de 2012

CIDREIRA: A SAUDE, A POLITICA E O POVO.


ANO 117 Nº 260 - PORTO ALEGRE, SÁBADO, 16 DE JUNHO DE 2012
Cidreira: faltam médicos e remédios
A população de Cidreira, no Litoral Norte, não sabe mais a quem recorrer para solucionar os problemas de saúde pública. De acordo com a comunidade, faltam médicos e medicamentos nas Unidades Básicas de Saúde (UBS). "A prefeitura deixa faltar os remédios para depois comprar", reclamou Luís Adriano Araújo, diretor de Marketing da rádio comunitária Cidreira e, por meio do veículo, recebe inúmeras queixas de pacientes.

Araújo salientou ainda que faltam condições de atendimento no Posto de Saúde 24 Horas. "Familiares meus já precisaram consultar e não conseguiram", disse. Para ele, o serviço está abandonado. "Tiram o médico de um lugar e levam para outro. Desvestem um santo para vestir o outro", reclamou.


O prefeito Roberto César Pires Camargo admite que falta um médico responsável pela UBS 1. "Ele se afastou em 1 de junho, sem dar explicação. Além disso, mandou marcar 40 pacientes para a semana seguinte", explicou o secretário da Saúde de Cidreira, Maurício Brizol Tomazzini, dizendo que a prefeitura está preparando a reposição. No entanto, o secretário nega que se tire profissionais de unidades para levar a outras. "Cada posto tem o seu médico. Isso é um critério do Ministério da Saúde."

De acordo com Tomazzini, as outras duas UBS da cidade operam normalmente. No Posto 24 Horas, com dois profissionais, um deles morreu, mas foi substituído duas semanas atrás.

Tomazzini assume a ausência de medicamentos. "Alguns remédios estavam em falta, mas fizemos a compra e uma grande licitação para adquirir. Temos responsabilidade com o cidadão."

Diante da situação, um grupo de moradores fez uma denúncia ao Ministério Público (MP) de Tramandaí, que investiga o caso. "Essa denúncia foi por questões políticas", disse o prefeito. "Fomos lá na semana passada e levamos os documentos solicitados", completou o secretário. Entre as exigências do MP está a adequação de mobiliário e equipamentos do Posto 24 Horas. "Deram um prazo de 30 dias para solucionar tudo", ressaltou.
Correio do Povo

Um comentário:

  1. Seguinte meu filho precisou de atendimento medico durante o meio dia e não teve sequer um atendimento pois todos saíram para almoçar que critério é este as pessoas sofrendo meu filho com dor e não tem uma responsável para fazer um atendimento e não é a primeira vez dado os critérios do sus uma enfermeira teve a capacidade de falar que pessoas que moram a menos de um mês em cidreira tem que esperar no minimo 6 meses para poder ser atendido no posto medico sem dar alegações a respeito do porque o sus é pago pelo povo nestas é dos planos mais caros planos de saúde pois muitos pagam e não usufruem do serviço e assim mesmo e uma vergonha não tem ginecologista no posto pediatra clinico geral só por milagre e a preguiça e má educação dos atendentes e muito grande,quem tem que tomar a rédeas destes acontecimentos e o ministério publico e se fazer valer do poder de justiça forçar prefeito e adm para que façam seu trabalho e não sugar o povo ou deixá-los sofrendo na porta do posto medico por falta de,as enfermeiras tratam as pessoa como nada como se fosse m lixo por elas acharem que são alguém por ter uma faculdade d enfermagem fizeram uma juramento e não se valem de tal juramento para atender os seus pacientes ao contrario destratam as pessoa pobres ainda uma vergonha, sinceramente e ninguém faz nada quanto a isto aqui esta meu desabafo e minha indignação pois medico no posto só aparece no veraneio para os veranistas ai se tem algo de atendimento e assim mesmo vergonhoso com uma cidade costeira um valor.
    Obs: O posto de saúde é 24 horas de atendimento e não atende ao meio dia. pois todos saem para almoçar e ninguém atende o telefone neste horário,todos tem direito a intervalo mas sempre tem que ter alguém para atendimentos emergenciais oque não há no posto

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