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quarta-feira, 10 de agosto de 2011

O POLICIAL, O POLITICO E A ALGEMA.

O policial que atua no dia a dia em prol da Segurança Pública e em defesa da paz social, vez que, quando de uma prisão ou detenção de um cidadão sob fundamentada suspeita de ter infringido a lei surgirá sempre ha dúvida de como este reagirá à sua privação de liberdade, por isso cabe ao policial ponderar instantaneamente se não existe perigo para si, para o infrator ou terceiros?


Tal preocupação vai ao encontro de um velho ditado policial: “nunca confie em um preso”, vez que dele se retirou um dos bens mais preciosos que é a liberdade e este poderá a qualquer tempo se rebelar para resgatá-la, mesmo que venha a matar alguém ou perder a sua própria vida.

Desse modo, por entender que a complexidade do uso de algemas pelo policial deve ser analisada também como sendo o agente da lei um sujeito amparado pelo direito, em especial os direitos humanos.

O que desperta a atenção é o fato de que algumas pessoas (políticos) e instituições (partidos) nunca terem antes manifestado algo sobre esse assunto. Bastando os órgãos policiais se aperfeiçoarem e passar a prender ricos e famosos que a questão veio à tona.

Não esqueçamos também, que os suspeitos do “colarinho branco”, não devem ser considerados uns “subalternos” do crime. Na quase totalidade dos casos é tão ou mais prejudicial à sociedade do que os criminosos comuns. Sua conduta delitiva, sempre vem acompanhada de mais de um tipo de crime e envolta em uma organização bem estrutura. Só para exemplificarmos, um grupo voltado para a sonegação fiscal, pode ter por trás um séqüito de outros delitos, como corrupção, peculato, concussão, falsidades ideológica e material, formação de quadrilha, evasão de divisas, etc.

Por isso acho que exemplarmente, políticos, lobistas e todos os que participam de esquemas dentro de órgãos públicos para roubar o dinheiro do cidadão, tem de ser conduzidos algemados, para que saibamos exatamente quem são os verdadeiros ladrões do nosso país.

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