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quarta-feira, 22 de junho de 2011

A ROUPA SUJA DA JUSTIÇA.

Hoje a tarde ouvindo um programa de radio, ouvi barbaridades de promotores e advogados, lavando a roupa suja da justiça ali, em um bate boca para toda a população gaucha, pois se envolveram em uma discussão o que resultou na voz de prisão de um promotor, mas pasmem tudo isso em meio a uma audiencia da Vara do Juri de Porto alegre.

Na terça-feira, pelo menos quatro pessoas estavam sendo julgadas por suspeita de participação em duas tentativas de homicídio e tráfico de drogas na Vila Mario Quintana, na zona norte de Porto Alegre, em 2008. Em determinado momento, Amorim teria feito menção à Operação Poeta, da Polícia Federal, ocorrida no mesmo ano, e tentado ligar os réus a esse caso por meio de um apenso — um anexo ao processo. A medida foi negada porque as outras partes não teriam tido vista. Foi aí que começou a confusão. 

O Promotor Publico Dr. Eugenio Amorim, discutiu e xingou asperamente a Juiza do caso, que não teve reação e a partir daí a Defensora Publica Dr. Tatiane Boeira, deu voz de prisão ao promotor.

A sessão foi suspensa e a defensora pública e o promotor se dirigiram para a sede do Ministério Público, onde segundo o presidente da Associação do Ministério Público do Rio Grande do Sul, Victor Hugo Palmeiro de Azevedo Neto, foram ouvidos pelo Procurador-Geral em exercício Ivory Coelho Neto. 
Assim a justiça gaucha ficou exposta, como se fosse alguem com a boca arreganhada diante do dentista ou nua em plena rua após um assalto, podendo ser ate comparada aos simples mortais, que por ela são julgados.

— Eu vou sair da Vara do Júri. É isso que a bandidagem vai querer. Por ordem da defensora pública e da juíza — afirmou Eugenio Amorim.
Voces não acham que esta mais do que na hora de ser feita uma reforma na Justiça Brasileira.

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