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quinta-feira, 16 de setembro de 2010

A CASA CAIU II.

Governo Arruda — sim, aquele mesmo — contratou filho e irmão de Erenice!

Vocês estão sentadinhos aí, bonitinhos? Então prestem atenção!
Israel Guerra, filho de Erenice Guerra, foi contratado pela Companhia Urbanizadora da Nova Capital (Novacap), do Governo do Distrito Federal, no dia 1º de dezembro de 2008. O governador era José Roberto Arruda, que os petistas gostam de satanizar, com sua moralidade superior. Só ele? Nããão!!! José Euricélio, o irmão de Erenice, era funcionário da Secretaria de Governo na… administração Arruda!!! Quando assumiu o atual governador, ele foi exonerado e contratado, no dia 18 de maio, pela Novacap, onde estava o sobrinho.
Não sei se vocês estão ligando os fios. Enquanto atuava como lobista, Israel era funcionário de uma empresa pública, nomeado por um governo que os petistas consideravam “inimigo”. Como se nota, Arruda não discriminava ninguém, se é que me entendem.
Tanto os dois eram necessários em seus respectivos cargos que bastou a Mamãe Gansa cair em desgraça para que fossem demitidos, o que aconteceu hoje. Qual o motivo alegado para a demissão? Nenhum! É que também não havia motivos para a contratação, a não ser o parentesco com a Poderosa!
Por Reinaldo Azevedo


Irmão e filho de Erenice são demitidos de estatais do DF.

José Euricélio Alves de Carvalho, irmão da ex-ministra da Casa Civil Erenice Guerra, foi exonerado hoje da Companhia Urbanizadora da Nova Capital (Novacap) a pedido do governo do Distrito Federal. O governador Rogério Rosso (PMDB) também determinou hoje à tarde à Companhia Imobiliária do Distrito Federal (Terracap) a demissão de Israel Dourado Guerra, filho de Erenice.

Em nota, o governo do Distrito Federal informou que ambos eram comissionados, isto é, com empregos públicos ganhos por indicação política. No caso de Israel, foi solicitada a suspensão de "quaisquer pagamentos que o ex-servidor tenha a receber naquela Companhia". Os dois, apesar de terem esses empregos públicos, são personagens de denúncias envolvendo lobby, desvio de dinheiro público e cobrança de propinas dentro do ministério.

Segundo o governo, também foi solicitada à Corregedoria do DF abertura de procedimento administrativo "para apurar eventuais irregularidades cometidas pelo ex-empregado no exercício de suas função, que pode resultar, como penalidade, em ressarcimento ao erário dos valores recebidos como salário".

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